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UM COWORKING VOLTADO PARA ARQUITETOS E DESIGNERS

Um dos traços mais característicos do coworking é congregar pessoas de diversos ofícios em um mesmo espaço de trabalho, mas para além disso, existem também os projetos de nicho voltados exclusivamente para atender categorias específicas de profissionais. Desta forma, o CoDesign foi idealizado para profissionais de arquitetura e design com a proposta de fomentar a troca colaborativa de informações entre pessoas de uma mesma área de atuação.

Situado na cidade de São Paulo, no bairro de Vila Olímpia, o espaço é sede de eventos direcionados para este público e abriu suas portas em janeiro deste ano, com um investimento estimado em R$ 350 mil. Para Daniela Cavalieri, designer e fundadora do CoDesign, a empresa surgiu da combinação de dois fatores: sua vontade de empreender dentro do cenário da economia compartilhada e da formação em design de interiores. “O coworking no Brasil cresce exponencialmente, em especial, nas capitais.


UX design.

Considero o momento de crise como um agente de dupla função, pois, se por um lado existe a redução de custos de um escritório próprio a quem optar pelo coworking, há por outro a necessidade dos donos destes espaços em monetizar imóveis vazios”, analisa. Profissionais liberais, startups e até funcionários de grandes companhias multinacionais fazem parte do público frequentador deste coworking de nicho. As grandes empresas já enxergam os escritórios compartilhados como forma de melhorar a qualidade de vida de seus empregados, permitindo que eles possam trabalhar mais próximos de suas residências, otimizando custos com aluguéis, manutenção e gerenciamento de grandes espaços.

De acordo com Cavalieri, além das muitas vantagens desses escritórios compartilhados como o acesso a ferramentas específicas da área de atuação do cliente ou dos locais dedicados para quem precisa de um “break”, as chamadas salas de descompressão, os empreendedores do ramo de coworking precisam ter cuidado na hora de otimizar todas as áreas de seus imóveis, pois cada ponto ocioso pode se tornar um custo extra para o orçamento. “Investir na criação de uma comunidade diferenciada formada pelos seus clientes pode fazer com que o ciclo de permanência no espaço compartilhado seja maior, diminuindo a evasão da clientela pelo simples motivo da diferença de preços. Atingimos o break-even com seis meses de operação e registramos um crescimento de 10% ao mês. Até o fim de 2017, esperamos alcançar 80% de ocupação das estações de trabalho disponíveis”, explana.

Leia a matéria completa aqui.

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